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domingo, 29 de dezembro de 2013

Será que a internet está acabando com a TV?

Em 1979, a televisão colocou o rádio em segundo plano. Agora em 2013, a Internet está acabando com a televisão, segundo uma pesquisa recente da IBM.

"Gustavo sempre consulta ao vivo as estatísticas de seu time enquanto assiste ao Campeonato Brasileiro de Futebol. Ele pode acessar os números e o placar do jogo segundos antes de receber o sinal de transmissão de TV".

"Fernanda gosta de congelar o último episódio de “Desperate Housewives” em seu gravador de vídeo digital para ler o resumo do episódio da semana anterior".

Uma pesquisa da IBM com 2.400 consumidores nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão e Austrália constatou que a hegemonia da televisão está acabando, pois TV e Internet encontram-se em pé de igualdade como fontes de entretenimento para os consumidores.

Entre os entrevistados, uma maior porcentagem se considerou usuária “maciça” da Internet em vez de espectadora de TV: 19% afirmaram que passam seis horas ou mais por dia usando a Internet para interesses pessoais em contrapartida a 9% dos entrevistados que informaram assistir à TV durante este mesmo tempo.

Ainda de acordo com o estudo, o interesse dos consumidores com idade entre 18 e 34 anos pela televisão é menor que o de qualquer geração anterior. A TV está, cada vez mais, sendo vista como um meio de entretenimento secundário por este público, com preferência pela Internet, mensagens instantâneas e jogos online.


A busca dos consumidores por novas fontes de conteúdo - como YouTube e Facebook, além de jogos e outras plataformas emergentes - e a diminuição no consumo das mídias tradicionais têm permitido ao público filtrar cada vez mais as mensagens de marketing que recebem.

Para responder a essa grande mudança de forma efetiva, as agências de publicidade estão indo além das funções criativas tradicionais para se tornarem mediadoras das percepções dos consumidores; as empresas de TV cabo se transformando em portais de home media e as difusoras e editores buscando novos formatos de mídia.

Os empresários, por sua vez, estão sendo obrigados a testar e realizar campanhas publicitárias mais persuasivas, ou correm o risco de serem ignorados.

A pesquisa realizada pela IBM abordou a adoção e o uso de novos dispositivos multimídia e o consumo de mídia e entretenimento em PCs, celulares, media players portáteis e muito mais.

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