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sábado, 26 de abril de 2014

A Nova Era da Internet, onde todas as coisas poderão se conectar à rede.

A Internet das Coisas é uma infraestrutura de rede global baseada em padrão IP onde os objetos físicos ou virtuais, com suas identidades e atributos únicos poderão conectar-se entre si e com os sistemas de informação. 

Na Internet das Coisas, as coisas e objetos participam ativamente dos processos sociais e de negócios, compartilhando dados e informações "sentidas" sobre o ambiente em que se encontram, reagindo de forma autônoma aos eventos do mundo físico, influenciando ou modificando os próprios processos em que se encontram, sem necessidade de intervenção humana.

Na Internet das Coisas a comunicação se dará principalmente entre objetos e data centers, onde infraestruturas de computação em nuvem (Cloud Computing) disponibilizarão capacidade computacional elástica e flexível o suficiente para acomodar esta grande demanda por recursos de armazenamento e processamento.

A Internet das Coisas vai criar um rede de bilhões ou trilhões de objetos identificáveis e que poderão interoperar uns com os outros e com os data centers e suas nuvens computacionais.
A Internet das Coisas vai unir o mundo digital com o mundo físico, permitindo que os objetos façam parte dos sistemas de informação. Com a Internet das Coisas podemos adicionar inteligência à infraestrutura física que envolve nossa sociedade.

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O mercado vem lidando com ambientes cada vez mais distintos e interconectados há algum tempo. Sistemas com maior capacidade de extensão e de integração são os pedidos mais comuns que os fabricantes têm recebido e novos produtos inteligentes nascem a todo momento, ainda que muitas vezes, esses produtos não se comuniquem com os de outros fabricantes.

É impossível contemplar todas as possibilidades de interações entre os dispositivos, porém deve-se promover a conectividade com a maior quantidade possível de dispositivos, inclusive com aqueles ainda nem foram inventados. Essa possibilidade deve ser uma diretriz para que a Internet das Coisas evolua e alcance mais adeptos. 

Com o intuito de permitir uma gama ainda maior de possibilidades, cada componente deverá fornecer meios de configuração com outros dispositivos usando tecnologias de proximidade ou mesmo a Internet, algo parecido com o que fazemos com dispositivos bluetooth. 
 
A diferença é que uma vez “pareados” pode-se escolher quando disparar outro evento ou quais ações serão tomadas assim que determinado evento é disparado. Dessa forma, as possibilidades de comunicação entre dispositivos são ampliadas, deixando a escolha da ações sob o controle do usuário, possibilitando a criação de redes entre dispositivos de marcas diferentes. 

Com tecnologias cada vez mais moveis, podemos colocar inteligência nos limites mais externos das redes, permitindo que os processos de negócio sejam mais descentralizados, com decisões sendo tomadas localmente, melhorando o seu desempenho, escalabilidade e aumentando a rapidez das decisões. 

Por exemplo, sensores que equipam um automóvel enviam sinais em tempo real para um algoritmo sofisticado em um processador no próprio veículo, que pode tomar decisões que melhoram a segurança da sua condução, evitando colisões ou mau uso dos seus componentes. 

Outras informações podem ser repassadas a uma central que monitore o percurso, gerenciando a forma do usuário dirigir o veiculo e retribuir esta forma de direção em descontos ou taxas adicionais de seguros. Podem enviar informações que mostram que o veículo está sendo furtado e portanto decisões como o bloqueio de sua condução e acionamento da força policial podem ser tomadas.

Fonte: IBM