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sábado, 20 de setembro de 2014

Equipamentos digitais auxiliam os detetives nas investigações particulares

Nem só de perseguições vivem os detetives particulares. Para realizar o trabalho e obter provas fidedignas sobre os mais diversos tipos de investigação que estejam realizando.
Nessa hora os avanços tecnológicos auxiliam o trabalho, facilitando a obtenção de provas.

Um detetive particular utiliza diversos equipamentos digitais para monitorar seu alvo e obter provas. Diversos itens podem ser produzidos exclusivamente para o trabalho de investigação particular ou o detetive utiliza aparelhos comuns com outra finalidade.

Monitoramento do alvo
Para obter provas o detetive costuma monitorar as atividades do alvo, seguindo fisicamente o investigado e também acompanhando seus passos online. Alguns equipamentos digitais utilizados pelo detetive particular para o monitoramento são:
  • Aparelhos GPS;
  • Monitoramento de redes sociais;
  • Aplicativos.

O detetive deve acompanhar o alvo para descobrir a verdade em diversos tipos de investigação particular, além de buscar obter provas reais dos acontecimentos, uma vez que nem sempre apenas seu relato sobre o ocorrido é suficiente.


Equipamentos para provas
As provas colhidas por um investigador particular podem ser utilizadas até mesmo em processos judiciais, quando necessário. Para obter tais provas, os detetives seguem os passos do investigado, podendo até mesmo disfarçar-se de funcionários – quando em casos de investigação empresarial.

Para colher provas, o equipamento utilizado geralmente são câmeras de foto e vídeo e gravadores de áudio. Dependendo da situação podem ser utilizados equipamentos escondidos ou convencionais, principalmente com o avanço tecnológico permitindo tirar fotografias e gravar vídeos com boa qualidade mesmo à distância.

Os avanços tecnológicos trouxeram inúmeros benefícios para diversos profissionais e aumentou ainda mais o alcance de alguns trabalhos. No caso do detetive particular possibilitou a obtenção de provas com maior qualidade e sem necessitar de aproximação muito grande com o alvo. Dessa forma o trabalho do investigador fica mais simples e menos perigoso.

Por Maristela Duarte – São Paulo/SP


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