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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Boa gestão em tempos de crise é difícil, mas é importante para vencer.

O Brasil enfrenta uma profunda recessão econômica e um grave problema político há, pelo menos, 20 meses.

E essa crise se arrasta país adentro por inúmeros motivos: a economia não vai bem, os investidores seguram suas fortunas, não há circulação da moeda, o nível de desconfiança no Brasil cresce a cada dia e, com isso, milhares de empresas fecham diariamente.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae/São Paulo, mais de 80% de novas empresas baixam as portas nos primeiros 24 meses de funcionamento. Isso se deve a falta de inúmeras visões empreendedoras, pesquisas de mercado no segmento em que atua e, principalmente, por problemas financeiros.

Há alguns casos em que a crise não atinge diretamente a empresa, porém em muitos outros, a profunda recessão afeta o coração da companhia. Nestes casos, um efeito dominó se espalha.

Como crescer na carreira ou arrumar emprego mesmo na Crise.

Em diversas situações, as instituições têm se reinventado para conseguir se esquivar do problema econômico e saírem ilesas.

Um dos casos conhecidos é a software house Moura Informática. Apesar de vender sistemas para empresas – as mesmas que se fecham aos montes diariamente – ela está caminhando orgulhosamente para um de seus desafios: dobrar seu faturamento ante 2015.

Para que isso seja possível, a empresa se reestruturou e com um capital de giro seguro, conseguiu investir em novas tecnologias e ser um diferencial para seus clientes que, muitas vezes, procuram por softwares mais baratos ou gratuitos.

De acordo com o diretor da empresa, José Natal de Moura, foi preciso estabelecer algumas metas. “Neste momento, pensamos primeiramente que precisávamos fazer nossos clientes ganharem dinheiro também.

Com foco nisso, desenvolvemos alguns projetos que estão caminhando e se mostrando eficazes com esta meta. Dobrar o faturamento da nossa companhia era ambicioso e um imenso desafio, porém iremos conseguir com o suor e trabalho de todos os nossos colaboradores”.

Além disso, a empresa investe em treinamentos e capacitação de seus funcionários em cursos que irão favorecer de alguma forma os clientes e colegas de trabalho. “Pagamos cursos para mais de cem pessoas em 2015 para que nos ajudassem a crescer.

O investimento deu retorno e estamos a caminho de percorrer trilhas inexploradas”, afirmou Moura.

Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), no primeiro semestre de 2016, mais de 147 mil micro e pequenas empresas fecharam as portas.

Em 2015, este número foi ainda pior. Mais de 1,8 milhão de empresas encerraram suas atividades, mais de cinco mil por dia. Para base de média, uma empresa fechou por dia em cada cidade brasileira.

Com isso, é preciso saber que há casos de fracasso, porém há outros inúmeros casos de crescimento e determinação que alimentam empresas saudáveis e empreendedoras.

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