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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ESocial deve mudar algumas rotinas empresarias a partir de 2017

Arrastam-se desde 2013 decisões federais a respeito do eSocial que já foram prorrogadas inúmeras vezes e, por fim, uma luz ao final do túnel transparece uma data quase definitiva.

A partir de primeiro de janeiro de 2017, empresas com o sistema tributário de Lucro Real e com ganhos líquidos acima de R$ 78 milhões em 2014, serão obrigadas a utilizar o programa.

As demais empresas – Lucro Presumido, Simples, MEI, PME, Pequeno Produtor Rural e Empregadores Domésticos – poderão utilizar o eSocial a partir de julho do próximo ano.

A Receita Federal do Brasil abrirá a homologação para empresas desenvolvedoras de softwares em setembro de 2016. A partir da liberação de uso recebida pela RFB, as softwares houses poderão iniciar a comercialização do serviço.


De acordo com a Receita Federal, as premissas do eSocial são “construção coletiva e gestão compartilhada entre empresa e órgãos públicos, autonomia no tratamento e utilização das informações no limite das atribuições, prestação única das informações, registro único de atividades, flexibilidade e simplicidade no envio e retificação das informações, além da segurança no armazenamento das informações”.

Segundo o Consultor Fiscal da Moura Informática, Leopoldo Barchz, todo o módulo RH está sendo redesenhado para atender as especificações dos órgãos públicos. “Há algum tempo a data definitiva vem sendo adiada pelo Governo Federal, o que nos trouxe uma experiência mais profunda sobre o tema, pois conseguimos analisar todos os pontos e, mais maduros, desenvolvemos um sistema mais eficaz, ágil e bem construído”, informou.

Já para o diretor da empresa, José Natal de Moura, as obrigações fiscais de 2016 têm colocado energia total para os desenvolvedores. “É um ano bastante agitado e ganhamos muitas experiências desenvolvendo soluções em nossos ERPs para as obrigatoriedades fiscais”, afirmou.

Além do eSocial, o SAT (Sistema Autenticador e Transmissor), Nota Fiscal eletrônica e a descontinuação do emissor gratuito da NFe do Governo Estadual são algumas novidades deste ano que aquecem o setor de TI e traz modificações às rotinas empresariais, que deverão se adequar com a nova forma de fornecer as informações dos empregados para a Receita Federal.

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