Celebrado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher é também uma oportunidade para renovar o debate sobre a carreira das mulheres na área de TI.
Tradicionalmente dominado pelo gênero masculino, cada vez mais as grandes empresas desse mercado investem em práticas que incentivam a participação feminina no setor.
“A diversidade é necessária e benéfica para os negócios de qualquer empresa.
Ela contribui para as múltiplas vivências e perspectivas da força de trabalho, preenchendo lacunas de competências na companhia”, destaca Adriana Maia, diretora de comunicação da Sage Brasil.
A seguir, a executiva dá 5 conselhos para avançar a carreira das mulheres na área de TI
- Invista na sua formação
As profissionais de TI têm sido muito valorizadas no mercado devido às suas habilidades e competências em áreas humanas, como boa liderança e comunicação. O campo é enorme e oferece uma série de oportunidades.
É possível atuar com o desenvolvimento de jogos, aplicativos, sites, gestão de redes, banco de dados, segurança da informação, entre outras opções.
Descubra qual área de atuação desperta o seu interesse e comece a estudar.
- Faça uma auto-análise
Antes de ingressar nesse mercado, procure entender as suas emoções e reconhecer quais são as suas necessidades, qualidades e dificuldades.

A área de TI a cada ano exige mais dos profissionais, que devem encontrar formas de desenvolver novas habilidades para se destacarem.
- Seja fluente
A fluência ou o conhecimento avançado em inglês é considerado requisito obrigatório pelas empresas do setor. Isso porque a maioria das ferramentas e linguagens de programação funcionam nesse idioma.
- Seja persistente
A capacidade feminina de persistir e aprender com as derrotas representa um grande diferencial competitivo neste mercado.
Use essa habilidade a seu favor e busque aprender com os erros, aceitando o que não funciona e mudando as estratégias do seu plano de ação.
- Fuja do estereótipo
Para ter sucesso na carreira, não é mais possível basear-se apenas em conhecimento técnico.
É preciso saber lidar com pessoas, liderar projetos, mediar conflitos e pensar “fora da caixinha”, considerando a área como um ponto estratégico para alavancar os negócios da organização.